É proibido fumar, tabaco, claro!

Eu não estou aqui para defender os fumantes, mesmo porque também fumo e não, não me orgulho disso!

Eu não vou defender o cigarro, porque é racionalmente comprovado que danifica a saúde, e por sinal, eu já falei que não me orgulho em fumar?

O lance é o radicalismo em que está sendo tratado, e como isso pode se tornar uma nova represália.

Os fumantes estão sendo bombardeados e marginalizados pela sociedade, como se existisse uma nova classificação para pessoas: as que não fumam são sempre inteligentes, superiores e as que fumam são coitados, burros, ignorantes.

No Nazismo, há não muito tempo atrás, as campanhas anti-tabagistas, humilhavam publicamente os viciosos. As campanhas estavam nas ruas, imagens onde o fumante típico era tratado como débil sem dignidade ou vergonha, tradução: a forte raça Ariana estava ameaçada!
Daqui a pouco teremos também o racionamento ou a super valorização (super aumento de preço) dos cigarros, para boicotar fumantes.

Como já falei, não estou aqui para defender os fumantes e nem o cigarro, e sim a individualidade e as escolhas, mesmo que seja prejudicial e expor uma opinião também:

Aonde está o Governo que faz uma super lei anti-fumo, mas não consegue derrubar a mafia de traficantes de cocaína, maconha e etc ? Crianças que são corrompidas pelo tráfico, traficantes e dependentes que matam, também. Cadê ?

10 leram:

Felipe A. Carriço 28 de abril de 2009 12:26  

Comparar o que o governo esta fazendo com a lei que proíbe o fume em ambientes fechados com o que o nazismo fez é um pouco radical. Não acho que seja uma represália contra os fumantes, ou contra o fumo, mas sim uma maneira de defender quem não fuma da passividade gerada pela fumaça do cigarro, que é tão prejudicial quanto a que é inalada pelos fumantes ativos. Faz mal, é fato.
Acho que uma melhor solução seria a regulamentação das áreas pró-tabagismo, e não seu completo banimento.
É tudo questão de respeito: quem fuma deve respeitar quem não fuma, e vice-versa.

Gordinha 28 de abril de 2009 12:32  

Eu comparo prevendo o que pode ocorrer. Deve haver, sim, respeito entre quem não fuma e quem é fumante, eu tento respeitar na medida do possível, sempre.
Mas o lance é que com a nova lei, os não fumantes se acham no direito de falar muito mais e acabam sendo radicais também, eu vi vários comentários em vários foruns preconceituosos.
E ahhh! O preço do cigarro já aumentou 30%!

pedromana 28 de abril de 2009 12:57  

Hitler era vegetariano e nao fumava!!!! Daqui a pouco fecham as churrascarias =/ droga!! kkk
Mas eu respeito quem fuma...quer fumar fuma porra nao assoprando fumaça na minha cara! tem tanta coisa pior, eu so viciado em cafe, minha irma, qd eu pergunto o q eu devo fazer a respeito, diz: "antes ser viciado nisso do que em cocaina ne" !!
Deixa o povo fumar....vai fazer oq? Pessoal q se preocupa com pouco...pff

Bia =D 28 de abril de 2009 13:47  

Pois é...quando a mídia divulga o cigarro como algo "cool", onde são dignos de serem admirados aqueles que, em uma cena ou outra, tragam seu cigarrete de uma forma "blasé", fumantes nem comentam.

Os fumantes estão experimentando um pouquinho do movimento criado pela própria indústria tabagista, só que ao contrário. É a lei do karma, tudo que vai, volta rs

Tiago F. Moralles 29 de abril de 2009 09:48  

Vou ter que descordar da sua paradoxal opinião.

É um direito individual, então dou todo o apoio para que as pessoas fumem em casa e sozinhas sim.

Aumentar o preço é outra discussão.

Gordinha 29 de abril de 2009 12:41  

Não sei se me expus de maneira errada, mas o que quis dizer é o modo que estão tratando, sou a favor de fumar o meu cigarro na minha casa, sim, e não deixo de concordar com a regulamentação das áreas em que se podem ou não fumar, o problema está nas pessoas e no preconceito que está gerando, sinto que daqui a pouco vão querer me prender por ser fumante, entende ?

Anônimo 1 de maio de 2009 03:33  

(FUMANTE PSEUDOINTELIGENTE MODE: ON)


Visão totalmente imparcial, very good =)

João Henrique [Tohru] 8 de maio de 2009 18:05  

Concordo plenamente, o fumante é alvo de preconceito diariamente, aliás, um preconceito politicamente correto.
A questão é que a massa já foi manipulada a ponto de não se dar ao trabalho de discutir racionalmente sobre isso, acha que está indiscutivelmente certa e que o resto que se foda.
O que cabe a nós, defensores dos direitos dos fumantes, fumantes, não manipulados, infelizmente é ficar quieto, afinal é uma discussão que não terá uma conclusão lógica.
Só adoraria (um pouco, muito pouco) ver o preço dos outros vícios legais (cafeína, álcool, etc (vícios esses que eu também tenho)) aumentando por conta de uma campanha contra isso.
Enfim, numa batalha cujo inconclusivo fim é certo, não faz sentido desembainhar as espadas.

Nadia 20 de maio de 2009 10:40  

Entendi sua opinião, mas não vejo a nova lei de forma tão radical. Os fumantes não estão sendo banidos. Os não-fumantes é que estão sendo protegidos de se tronarem fumantes passivos em locais fechados. Sobre o preço do cigarro já tenho amigos fumantes que há muito reclamam dos preços...mas eu acho justo num país em que remédios são altamente taxados uma atidude de subirem os impostos para um produto tão prejudicial.
Quanto as demais drogas tenho uma opinião um tanto radical. Acho que tudo (tudo mesmo) deveria ser liberado. Os traficantes virariam homens de negócios pagando tbm seus impostos e os pobres coitados dos vapores ganhariam carteira assinada. No entando isso representaria um estado de anarquia que nosso país ainda não está pronto a administrar, afinal, os que hj vendem alcool aos menores de 18 passariam a vender coisas mais pesadas...
Pois é...essas discussão sobre drogas (lícitas ou não) ainda vai render muito debate...

Glauco 3 de julho de 2009 12:29  

Oi, Tálita. Não sabia que você mantinha este blog. Sobre posições radicais, acredito que esta questão do tabagismo poderia ter um meio-termo. Porém, creio que os ambientes fechados devem ser preservados, porque muitas vezes os fumantes passivos acabam sofrendo determinadas consequências em sua saúde. Acredito que os restaurantes poderiam adaptar-se, procurando manter áreas abertas para que não discriminem totalmente os fumantes, já que eles são clientes e seres humanos como qualquer um de nós.

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