Sem Sal, nem açucar

Esse poeminha eu escrevi no meu outro blog (que só eu tenho acesso rsrsrs ... ) em 02/06/2007. Mas não sei, deu vontade de postar ele aqui pra todo mundo ver os meus dotes literários! rsrsrs...

Sem Sal, nem açucar

Minha vida
Ah minha vida!
Ultimamente tão sem sal ...
Nem açucar

Ai ai ai!
Um sopro de vaidade
E tudo volta ao lugar
Alguma coisa pode mudar?

Amizades ...
Essas sim!
Me fazem conhecer a mim
Descubrir meus vícios ...
Minhas virtudes !

Um grito de amor!
O que eu procuro!
O que eu acho!
O que eu penso!

Ah ! Minha vida!
Compõe tudo o que eu quero
E não !
Tudo o que eu gosto
E não !

Sem sal, nem açucar
Mas muito bem vivida

Salve o equílibrio!
Mas antes salve as lúxurias,
A esbórnia,
A quietude!

A amplitude de tudo entre estar e não
Ultimamente sou e não sou
Estranho isso, não ?

3 leram:

Tiago Moralles 18 de fevereiro de 2009 às 10:27  

Esse finalzinho tipo, "sou e não sou, estar e não estar, é e não é", me lembra muito o livro da mochila.

Até que tem açúcar o poema.

Anônimo 18 de fevereiro de 2009 às 10:35  

Tenho medo de não te decifrar e ser devorado.

Bonito poema!

Gordinha 18 de fevereiro de 2009 às 14:02  

Fê - Te devoro fácil! hahahahah !

Tiago - Tô ficando curiosa em ler esse livro que vc pegou!

Gostei dos comentários, sempre tive vergonha em publicar meus poeminhas talvez me inspire em colocar mais ...

=D

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