Excentricidade poética

O aço corta o céu plumbeo
E no chão o som do estúdio
Que exalta corpos
Tira o olor 
E o eco que aborta o ardor
Da batida pesada da vida
Em carregar o pesar do enluarar
E o sol sem pensar em retornar
Faltando força, na forca diante da poça
Da água que esbanja, a natureza que banca
E assim se derrete, sem festa, confete
Do céu que era limpo
Agora converte
O fel solidifica e o cheiro desce

 

3 leram:

Felipe Carriço 20 de julho de 2010 21:04  

Poesia fora do eixo. Gostei do jogo de palavras, tata.

Nathi Delacroix 20 de julho de 2010 23:57  

Poesia que mistura natureza, que deixa um quê de mistério... Poesia excentrica!

Eu bem gostei! =))

Barbara C 22 de julho de 2010 14:54  

Sinto um cheiro forte de chuva no final.

Bom jogo de palavras mesmo, adorei!


Beijos

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