Microconto #34

Nem se virando ao avesso, a velha prostituta, conseguiu encontrar em seu corpo algo que pudesse valer mais.

9 leram:

Nathi Delacroix 22 de julho de 2010 09:08  

Virou do avesso e revirou a história... Mas o valor há muito já se foi!

Rá, arrasou, moça!
Beijooooos

Mulher na Polícia 22 de julho de 2010 11:24  

Os valores e o tempo.
Nua, crua e sem rodeios.

Essa é a minha instigante amiga, Gordinha.

Você é 10!

Moni. 22 de julho de 2010 14:41  

Talvez, sequer boas lembranças, o que é pior...

Beijos, moça!

Barbara C 22 de julho de 2010 17:12  

Senti pena dela, sem dinheiro e sem dignidade.


bjs

Felipe Carriço 22 de julho de 2010 18:43  

Alforje de velhos e gastos prazeres.

Menina Misteriosa 22 de julho de 2010 20:41  

Uau! Fortes... o conto e a imagem... aliados, então!
Gostei.
Beijo

MeninaMisteriosa

Natalya Nunes 27 de julho de 2010 21:17  

Ao menos ela pode se esconder atrás daquela citaçao: "Quem nunca errou, que atire a primeira pedra"

Por que você faz poema? 30 de julho de 2010 00:04  

Sempre vale-se menos.

Sati Kaos 2 de agosto de 2010 14:37  

vixiii esse foi pesado

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