Perdido no mundo das palavras


Capítulo 3

Infelizmente, não havia estudos a respeito e não se sabia de cura, quem sabe o tempo resolveria. Essa nem Freud explicou!
Saiu do consultório decepcionado. Seria nada sem sua escrita, como um passáro frustrado em não saber voar, a prostituta que sai nas ruas e nunca mais conseguiu clientes.
Chegou ao mais alto de sua sacada para ver se conseguia ao menos descrever o horizonte.
Uma folha em branco, caneta, mão: e nada.
Pensou em desenhar suas poesias, ou ao menos a paisagem de sua sacada: bloqueado. Não saia nem uma bolinha, triângulos, rabiscos, simplesmente sua mão ficava parada.

Continua...

3 leram:

Barbara C 18 de novembro de 2009 10:25  

concerteza o caso dele era grave!
e bem piscologico!

Felipe A. Carriço 18 de novembro de 2009 16:40  

Será que ele está catatônico?

Natalya Nunes 19 de novembro de 2009 15:26  

Sugiro que deixe a máquina de escrever de lado e vá buscar "inspiração" no Google.

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